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Suicídio e o perverso jogo baleia azul: quando a palavra cala e a ação fala


descrição

O suicídio figura entre as três principais causas de morte de pessoas que têm de 15 a 44 anos de idade. Segundo os registros da Organização Mundial de Saúde (OMS), ele é responsável anualmente por um milhão de óbitos (o que corresponde a 1,4% do total de mortes). O jogo da “baleia azul”, série de 50 desafios cujo objetivo final do jogador é acabar com a própria vida, está movimentando as redes sociais. O jogo consiste em uma série de desafios diários, enviados à vítima por um “curador”. Há desde tarefas simples como desenhar uma baleia azul numa folha de papel até outras muito mais mórbidas, como cortar os lábios ou furar a palma da mão diversas vezes. Em outra tarefa, o participante deve “desenhar” uma baleia azul em seu antebraço com uma lâmina. Como desafio final, o jogador deve se matar. O conjunto de tarefas se tornou preocupação para autoridades de diferentes países. A origem do jogo que incentiva o suicídio não é conhecida, mas os primeiros relatos surgiram na Rússia. O objetivo da ação é compreender os aspectos epidemiológicos e comportamentais do suicídio e sua relação com o jogo “baleia azul”, sendo para isso necessário descrever o conceito de suicídio; destacar a fisiologia do comportamento suicida; descrever as principais características do jogo baleia azul e suas relações com o comportamento suicida; Apresentar as principais ferramentas de diagnóstico e tratamento. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Manhã: – Conceito de suicídio; – Aspectos epidemiológicos do suicídio; – Neurofisiologia do suicídio; Tarde: – Aspectos psicológicos do suicídio; – Interfaces entre suicídio e o jogo baleia azul; – Metodologias de intervenção para tratamento.